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BRASIL: A PLANTA DO MATO QUE MATA A FOME

Sabe-se que o país tem proporções gigantescas e que grande parte do território tem solo que comporta todo tipo de cultivo. O  clima favorável e a distribuição hídrica possibilitam, comprovadamente,  uma agricultura extensa de qualidade e efetiva. Ou seja, em se plantando, “tudo dá”.

Mas plantar, cuidar, colher, transformar em alimento são atividades que parecem exigir, e exigem, um mínimo de habilidade, dedicação e conhecimento. E também uma extensão, mínima que seja, de solo.

Esse pensamento afasta o brasileiro da descoberta e apropriação dessa prodigalidade natural. Trata-se de um pensamento estimulado pelas políticas públicas da desigualdade, que não têm interesse algum em exterminar a pobreza que justamente alimenta o sistema injusto.

Justifica-se: com a “barriga vazia”, o povo brasileiro não pode marchar em luta por outros direitos, como educação, saúde e sociedade inclusivas. O povo tem que brigar, primeiramente, pela sobrevivência, o que implica alimento à mesa cotidiana.

Há quem leia esse enunciado e fique desanimado, visualizando um círculo vicioso sem fim. Mas há muita solução para o país, a começar pela informação. Por exemplo, temos plantas no Brasil altamente nutritivas e que crescem no meio do mato com abundância.

Esse tipo de planta é chamada de PANC - Plantas alimentícias não convencionais. Entre elas, destaco uma de pequenas dimensões que tem o singelo nome de Caruru.

 É uma planta originária da América latina, espalha-se com facilidade, é identificada como planta do mato por isso ninguém a colhe, ninguém a usa como alimento

Esquecida, ignorada por todos, essa planta é utilizada comumente como um “sanitário” de cachorros nas praças e calçadas mal cuidadas das grandes cidades. O notável é que ela resiste à falta de cuidado  e desatenção. Cresce verde e forte.

Da família da Amaranthaceae , seu nome científico é Amaranthuz viridis, planta herbácea de ciclo anual que pode chegar a 80  centímetros de altura, espalha-se com facilidade, possui um caule fino ereto e pouco ramificado.

Seu cultivo se dá por semente com muita facilidade, pode-se colher  em qualquer época do ano.

Além de nutritiva, essa espécie pode ser usada como medicamento fitoterápico.

 Possui princípios ativos : Flavonóides: rutina quercetina; Saponinas (que agem como um sabão), limpando o corpo, Ácidos orgânicos, Polissacarídeos, Açucares redutores, Fenóis, Triterpenóides, Carotenóides;Vitaminas A, B1, B2, Niacina e C, Proteínas; Lipídios, Aminoácidos.sais minerais; Fferro, potássio, cálcio, fósforo, magnésio.

 Atua no organismos contra infecções e também pode ser usada como expectorante. Combate a desnutrição. Pode ser usada topicamente ou ingerida como alimento. É medicamento dos mais eficazes e não custa dinheiro algum.

 Seu sabor? Lembra o espinafre, o que pode explicar a sua impopularidade, parece que não, pois o espinafre é cultivado em grande quantidade no país.

Mas o gosto bom ou ruim não justifica o quase total desconhecimento por parte da população. Repito a minha tese: não há interesse na divulgação por parte de quem detêm os meios de informação, não se trata de negócio lucrativo para o nosso mercado ávido por riqueza e exploração.

Como a ignorância, acredito e pratico essa máxima, pode ser sanada à luz do conhecimento, seguem mais informações sobre a planta aqui descrita:

É chamada de Caruru, Amaranto, Bredo de chifre, Caruru de porco, entre outros tantos nomes populares. Cresce pouco, mas, apesar de pequenina, teria condições de acabar com a fome desse país e confirmar o fato de que, nesse país, ninguém precisa passar fome. Apesar disso, os famintos e doentes multiplicam-se.

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Sylvio Jose Rocha – Psicólogo – Analista Reichiano – Pós graduado em Acupuntura e estudante no Pós de Fitoterapia pela Casa da Terra.

Christiane Marcondes Alves de Brito – Jornalista, Escritora, Especializada em idoso.

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BRASIL: A PLANTA DO MATO QUE MATA A FOME

Sabe-se que o país tem proporções gigantescas e que grande parte do território tem solo que comporta todo tipo de cultivo. O  clima favorável e a distribuição hídrica possibilitam, comprovadamente,  uma agricultura extensa de qualidade e efetiva. Ou seja, em se plantando, “tudo dá”.

Mas plantar, cuidar, colher, transformar em alimento são atividades que parecem exigir, e exigem, um mínimo de habilidade, dedicação e conhecimento. E também uma extensão, mínima que seja, de solo.

Esse pensamento afasta o brasileiro da descoberta e apropriação dessa prodigalidade natural. Trata-se de um pensamento estimulado pelas políticas públicas da desigualdade, que não têm interesse algum em exterminar a pobreza que justamente alimenta o sistema injusto.

Justifica-se: com a “barriga vazia”, o povo brasileiro não pode marchar em luta por outros direitos, como educação, saúde e sociedade inclusivas. O povo tem que brigar, primeiramente, pela sobrevivência, o que implica alimento à mesa cotidiana.

Há quem leia esse enunciado e fique desanimado, visualizando um círculo vicioso sem fim. Mas há muita solução para o país, a começar pela informação. Por exemplo, temos plantas no Brasil altamente nutritivas e que crescem no meio do mato com abundância.

Esse tipo de planta é chamada de PANC - Plantas alimentícias não convencionais. Entre elas, destaco uma de pequenas dimensões que tem o singelo nome de Caruru.

 É uma planta originária da América latina, espalha-se com facilidade, é identificada como planta do mato por isso ninguém a colhe, ninguém a usa como alimento

Esquecida, ignorada por todos, essa planta é utilizada comumente como um “sanitário” de cachorros nas praças e calçadas mal cuidadas das grandes cidades. O notável é que ela resiste à falta de cuidado  e desatenção. Cresce verde e forte.

Da família da Amaranthaceae , seu nome científico é Amaranthuz viridis, planta herbácea de ciclo anual que pode chegar a 80  centímetros de altura, espalha-se com facilidade, possui um caule fino ereto e pouco ramificado.

Seu cultivo se dá por semente com muita facilidade, pode-se colher  em qualquer época do ano.

Além de nutritiva, essa espécie pode ser usada como medicamento fitoterápico.

 Possui princípios ativos : Flavonóides: rutina quercetina; Saponinas (que agem como um sabão), limpando o corpo, Ácidos orgânicos, Polissacarídeos, Açucares redutores, Fenóis, Triterpenóides, Carotenóides;Vitaminas A, B1, B2, Niacina e C, Proteínas; Lipídios, Aminoácidos.sais minerais; Fferro, potássio, cálcio, fósforo, magnésio.

 Atua no organismos contra infecções e também pode ser usada como expectorante. Combate a desnutrição. Pode ser usada topicamente ou ingerida como alimento. É medicamento dos mais eficazes e não custa dinheiro algum.

 Seu sabor? Lembra o espinafre, o que pode explicar a sua impopularidade, parece que não, pois o espinafre é cultivado em grande quantidade no país.

Mas o gosto bom ou ruim não justifica o quase total desconhecimento por parte da população. Repito a minha tese: não há interesse na divulgação por parte de quem detêm os meios de informação, não se trata de negócio lucrativo para o nosso mercado ávido por riqueza e exploração.

Como a ignorância, acredito e pratico essa máxima, pode ser sanada à luz do conhecimento, seguem mais informações sobre a planta aqui descrita:

É chamada de Caruru, Amaranto, Bredo de chifre, Caruru de porco, entre outros tantos nomes populares. Cresce pouco, mas, apesar de pequenina, teria condições de acabar com a fome desse país e confirmar o fato de que, nesse país, ninguém precisa passar fome. Apesar disso, os famintos e doentes multiplicam-se.

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Sylvio Jose Rocha – Psicólogo – Analista Reichiano – Pós graduado em Acupuntura e estudante no Pós de Fitoterapia pela Casa da Terra.

Christiane Marcondes Alves de Brito – Jornalista, Escritora, Especializada em idoso.